\\ EDIÇÃO DE PRIMAVERA

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Discêntrica não existe. Pelo menos, é o que o dicionário diz. Mas ela é conhecida; é de carne, osso e pele.

Tá sempre por aqui, fazendo seus corres, ganhando seu dinheiro, tocando seus estudos... Ela sabe bem: a vida não tá ganha, longe disso.

Nesse constante fluxo de ir e vir, Discêntrica é o coração do centro, bombeando o centro, irrigando pro centro, preenchendo-o de vida; e se questiona: o que o centro vai fazer por mim?

Discêntrica volta pra sua casa, sempre lembrando que depois da borda há outras bordas compondo a pintura, lembrando de onde veio (ela e suas gerações passadas) pra saber qual o próximo movimento da sua dança, lembrando que a questão não é só ter a sua voz, mas poder ser ouvida e fazer-se escutar, às vezes na sua própria casa.

E olha ela mais um dia, fazendo a viagem pro centro, buscando discentrar-se.

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\\ EDIÇÃO DE INVERNO

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À primeira vista, Cotidiana é comum, trivial, mais um rostinho bonito, coberto por uma máscara de pano, entre tantos outros na metrópole urbana. Indigna de sua atenção.
Mas, despretensiosamente, você a encara de novo e é fisgado por um pequeno detalhe, um brilho de tempos (não tão) passados, na vida pré-pandemia. Mais um olhar furtivo, e você se depara com aquela estranha familiaridade no semblante, nas formas. Será que já a viu antes? Um novo relance e ela está lá, Frentes, Versos, dizendo tudo e absolutamente nada.
Não conseguindo mais conter a estranha inquietação, você encara Cotidiana querendo tirar sua máscara e com as páginas entre os dedos questiona: “é comigo? está falando comigo??”
Talvez.
(Re)Descubra, em Cotidiana.

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\\ EDIÇÃO DE OUTONO

FV_ED_OUTONO_2020_EROTICA - CAPA OFICIAL

Mas afinal, o que seria uma edição Erótica? Sexo obsceno em cada página? Discussões pós modernas quanto a gênero e sexualidade? Nus artísticos de nossos colaboradores?
Sim e não (e não).
Erótica traz a tona a pluralidade do erotismo humano em um de seus campos mais férteis: as artes. Na crueza pornográfica das letras, nas curvas (in)descentes dos ângulos fotográficos, nos movimentos profanos dos corpos na dança, que Frente e Versos se abre, fala, grita e geme: ERÓTICA.

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