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Três poemas de Guilherme Giesta

\\ POEMÁRIO


Por Guilherme Giesta*, colaboração para Frentes Versos


Fotografia: Stocksy/Edward Fury

Poema da recaida


Tons de ácidos,

Derretimento

Das calotas polares

Do disco voador

De meus olhos,


Quase fria brasa incandescente,

Fito os raios de sol que invadem.

Sono e Sofrer

Dor nevrálgica da realidade.

Bolo Bolo


A vida é como carregar um bolo.

Infelizmente,

Eu ando tropeçando por aí.

Voar


Um dia desses,

De tanto bater as asas,

Vou acabar caído,

Estirado,

Num chão qualquer


Mas antes,

Terei voado!


* Guilherme Giesta Figueiredo tem 23 anos, é escritor, graduando em História pela Universidade Federal Fluminense. Estreou na poesia em 2015 escrevendo despretensiosamente. Em 2020 lançou seu primeiro livro, Trópico de Capricórnio (Luva Editora). Atualmente continua escrevendo e expandindo seus sentimentos para outras artes.


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